quarta-feira, 20 de agosto de 2008

LIVRO DE TIAGO

LIVRO DE TIAGO

Capítulos:05,

Introdução da Bíblia.

AUTOR. Indeterminado. Há, no Novo Testamento, três personagens preeminentes chamados Tiago. Em geral aceita-se que o Tiago, chamado por Paulo de "o irmão do Senhor", (Gl 1:19), foi o autor da carta.DESTINATÁRIOS: Aparentemente os judeus convertidos que viviam fora da Terra Santa, ou também, aos judeus devotos da Dispersão, 1:1.TEMA PRINCIPAL. A religião prática, manifestada nas boas obras, em contraste com a simples profissão da fé.TEXTOS CHAVE, 1:27;2:26.CONFLITO DOUTRINÁRIO APARENTE ENTRE PAULO E TIAGO.Qualquer suposto conflito doutrinário entre esta carta e a de Romanos é puramente imaginário. Paulo, acossado por mestres do judaísmo nas igrejas, naturalmente deu grande ênfase à justificação pela fé sem as observâncias cerimonias. Todavia, quando ele escreveu a Tito, o tema principal de sua carta foi: a importância das boas obras, mostrando deste modo uma perfeita harmonia com os ensinos de Tiago. É evidente que este último, quando parece depreciar a fé, se refere apenas ao assentimento intelectual da verdade e não à " fé salvadora a que se refere Paulo".SINOPSE. Esta carta não se presta facilmente a uma análise, mas a maior parte do texto pode ser dividido em dois títulos, a religião verdadeira, e a religião falsa.I. Características da religião verdadeira.Cap. 1.(1) Gozo e paciência no meio das provas, vv. 2-4.(2) Fé constante e firmeza de ânimo, vv. 5-8.(3) Aceitação das provisões divinas da vida, vv. 9-11.(4) Suportar a tentação, v. 12.(5) Reconhecer as fontes da tentação e os resultados de se ceder a ela, vv. 13-15.(6) Reconhecer a fonte divina de todas as bênçãos, vv. 16-18.(7) O ouvido espiritual, o cuidado ao falar e a paciência diante da provocação, vv. 19-20.(8) O abandono de toda maldade, e o recebimento com mansidão da verdade salvadora, v. 21.(9) A busca da verdade e a sua prática, v. 25.(10) A generosidade prática e a pureza, v. 27.Cap. 2.(11) As boas obras.(a) Como uma demonstração de fé, v. 18.(b) Cooperando com a fé e aperfeiçoando-a, vv. 21-25.Cap. 3.(12) A sabedoria celestial, vv. 17-18.II. Características da falsa profissão de fé.Cap. 1.(1) Ouvir a Palavra com indiferença e negligência, vv. 22-24.(2) A religião vã, acompanhada por uma língua indomável, v. 26.Cap. 2.(3) O favoritismo, que honra ao rico e despreza ao pobre, vv. 1-9.(4) A obediência parcial da lei, 10-12.(5) A inclemência, v. 13.(6) A simples profissão de fé, desacompanhada de atos de misericórdia e ajuda, vv. 14-16.(7) A fé inativa, vv. 17-18.(8) O assentimento intelectual da verdade, sem uma mudança de caráter, vv. 19-20.Cap. 3.(9) A língua indomável e sua influência destruidora, vv. 1-8.(10) Louvores e maldições procedentes de uma mesma boca, vv. 9-12.(11) A inveja, a ambição egoísta e a sabedoria satânica, vv. 14-16.Cap. 4.(12) O combate e as paixões perversas, vv. 1-2.(13) As orações não respondidas e o mundanismo, vv. 3-4.(14) O orgulho, a obstinação, a impureza, o duplo ânimo e a impenitência, vv. 5-9.(15) A calúnia e o juízo injusto, vv. 11-12.(16) A presunção ao planejar negócios futuros, vv. 13-16.(17) A negligência do dever conhecido, v. 17.III. Advertências, exortações e instrução.Cap. 5.(1) Advertências contra o rico.(a) Acerca de sua futura miséria, vv. 1-2.(b) Acerca de sua riqueza acumulada e da retenção do salário do pobre, vv. 3-4.(c) Acerca de sua busca do prazer e da perseguição do justo, vv. 5-6.(2) Exortações acerca da vinda do Senhor.(a) Devemos ser pacientes e constantes, sem nos queixarmos uns contra os outros, vv. 7-10.(b) Devemos seguir o exemplo dos profetas e de Jó, de sofrer pacientemente, vv. 10-11.(c) Devemos refrear-nos completamente de jurar, v. 12.(3) Instruções acerca da oração, da confissão das ofensas, e do ganhar almas.(a) A oração nos tempos difíceis e em favor dos enfermos, vv. 13-15.(b) A confissão das ofensas e a oração intercessora, v. 16.(c) A oração eficaz, ilustrada por Elias, vv. 16-18.(d) O dever de ganhar almas, vv. 19-20.

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